Vivo, a falta de respeito ao cliente continua

Algum tempo atrás eu fiz um post com 3 videos do William Marchiori onde ele mostra o problema que ele sofre para contratar o Vivo Fibra. Eu moro em uma cidade que mal tem um Speedy de 10 Mbps (só em alguns pequenos passeios) sendo assim tenho em minha casa e também no trabalho o que essa empresa sem qualidade consegue fornecer, 4Mbps, sim meus amigos, 4 MEGA e pago 79,90 por isso, sim a Vivo está me estuprando bonito, exatamente assim


Hoje levei mais de 30 minutos para ver o novo vídeo do Willian Marchiori falando exatamente dessa empreasa de esquina, que não tem o menor respeito pelos consumidores. Veja o video, ou tente caso sua internet seja da Vivo.


Se vocês está ai achando que esse problema é só com os serviços da empresa, veja aqui nesse post do MacMagazine como ela tratou os clientes que ficaram horas esperando para comprar o iPhone 5s, o qual é colocou preços que já eram altos lá no céu. Só pra resumir o valor praticado por ela era de R$3.249 no plano de 400 minutos, que custa R$309 mensais. Na claro saia por R$1.999 no iPhone 5s de 32GB.

Se você também sofre assim e se sente um otário, compartilhe esse post.

Veja porque não contratar serviços da Vivo

Que os serviços de telefonia e internet não são de qualidade no Brasil não é novidade para ninguém, que o atendimento é péssimo também não e a Anatel responsável por fiscalizar isso simplesmente não faz nada. 


Quem me segue no Twitter já deve ter visto eu reclamar e xingar muito a @vivoemrede pelo serviço ridículo do speedy que eles fornecem aqui na minha cidade, sei que não sou o único com esses problemas, continuo a pagar muito caro em um link de 4Mbps porque simplesmente a Vivo não consegue fornecer mais do que isso em minha cidade, na verdade até fornece, para as casas que estão no máximo há 100 metros de sua central. 

O mais estranho que uma empresa que arrecada bilhões não consegue montar uma estrutura decente em uma cidade com 25 mil habitantes, e o melhor vem agora, totalmente PLANEJADA, sim Ilha Solteira é uma cidade plana e planejada desde seu surgimento, mais fácil do que isso para empresa expandir infra-estrutura eu não conheço. Antes que digam porque eu não mudo fornecedora de internet, a resposta é simples, aqui só tem essa. :-(

Se você está pensando em adquirir qualquer serviço da Vivo, aqui vai minha dica, NÃO faça isso, pois são caros atendimento péssimo, equipe despreparada e sem respeito nenhum conosco consumidores. Aproveitem para segui-los no Twitter (@vivoemrede) e xinga-los bastante e mostrar como o serviço é horrível, quem sabe com quanto mais gente boicotando, xigando e trollando, eles resolvem tomar alguma atitude.

Veja nos videos abaixo como a Vivo trata seus clientes. Sim, os videos são reais.





Xingar muito no Twitter é surpreendentemente eficiente


O estudante brasileiro Luis Carlos Marinho proferiu a célebre frase que intitula esse post em uma entrevista para a Folha, provavelmente não sabia na época mas estava prevendo uma grande mudança de postura das empresas no país. Uma pesquisa divulgada hoje revelou que em existem empresas que estão tão voltadas para redes sociais que respondem reclamações mais rápido no Twitter e Facebook do que pelo Procon.

Segundo a Folha o tempo médio de resposta a uma reclamação no Procon é de até 1 mês e nem sempre há uma previsão de solução para o cliente. Nos canais de comunicação oficiais de suporte (e-mail, bate-papo e telefone) o tempo de resposta é de até 5 dias e a solução demora outros 5 dias úteis para ser encaminhada. Já as reclamações via Twitter e Facebook são respondidas entre 5 minutos a 6 horas depois de publicada e a solução é encaminhada em até 24 horas. Clique na imagem para amplia-lá.


Obviamente nem todas as companhias brasileiras estão no Twitter e no Facebook, portanto essa pesquisa deve ter levado em conta apenas as que estão. Já o Estadão fez as contas e concluiu que reclamar no Twitter é até 8,4 mil vezes mais eficaz do que procurar um dos canais oficiais da empresa.

Reclamar em redes sociais é algo que o ser humano já faz há anos. Mas enquanto lá fora as empresas já prestam suporte e ajudam seus clientes que tenham problemas nos seus produtos, essa atitude apenas recentemente chegou no Brasil. Ela deveria ser acompanhada de uma mudança de visão que deveria atingir também os canais de suporte oficiais da empresa, como telefone e contato por e-mail, não só as redes sociais. Mas não é essa situação que vemos ainda.