Evento Especial: iPhone X

E a Keynote dessa terça-feira não parou no iPhone 8, Tim Cook novamente no palco usou as famosa frase “one more thing…”. O que a Apple pretende é revelar o caminho da tecnologia para a próxima década. E, para isso, está lançando um terceiro modelo de smartphone, o iPhone X (ten, dez em inglês).


Com um visual totalmente renovado, câmeras traseiras verticalizadas, traseira de vidro, a tela ocupando toda a frente com o recorte no topo, tão resistente quanto o iPhone 8, laterais de aço inoxidável com acabamento primoroso e contínuo com o vidro. O telefone também é resistente a água e poeira em nível microscópio, essas são resumidamente as principais características desse novo iPhone, calma, vamos aos detalhes.

A tela é totalmente nova, a Super Retina display, com 5,8″ diagonais (2436×1125 pixels; 458 pontos por polegada de densidade, a maior num iPhone), é o primeiro telefone da Apple a usar a tecnologia OLED1, de acordo com a Apple, tal demora é explicada pela qualidade da tela, que só atingiu as exigências da Maçã agora, em 2017. Phil Schiller, citou os benefícios de telas OLED até hoje, mas que elas tinham defeitos que a Apple não aceitava. A empresa, porém, resolveu tudo isso, incluindo brilho e precisão de cor.


A tela suporta HDR em Dolby Vision e HDR10; a taxa de contraste é de 1:1.000.000. Além disso, o iPhone X conta com 3D Touch e True Tone.

Com a tela ocupando toda a frente o botão home simplesmente não mais existe, nem o Touch ID, o desbloqueio agora será feito pelo Face ID. Você pode levantar para acordar ou só tocar uma vez na tela. A navegação, agora, é por gestos, para ir à tela inicial, você desliza de baixo para cima e pronto. E isso funciona em todo o sistema. Para multitarefa, você desliza e segura um pouquinho para abrir a interface e trocar entre apps. Você pode chamar a Siri falando “E ai Siri?” ou pressionando e segurando o botão lateral.

E como funcionará o Face ID? Segundo a Apple, é o futuro de como iremos desbloquear nossos smartphones. Toda a tecnologia está no recorte do topo da tela, um sistema de câmera TrueDepth. Há uma câmera infravermelha, iluminação flood, câmera frontal, projetor de ponto e muito, muito mais tecnologia naquele recorte superior da tela do iPhone X.


Funciona mesmo no escuro graças a todos esses componentes que trabalham juntos para reconhecer o rosto da pessoa. Você olha para a tela e gira a cabeça para configurar o rosto uma vez. Depois, ele vai aprendendo, mesmo se você mudar o estilo do cabelo, colocar óculos, chapéus/bonés… não importa, ele aprende quem você é! Ele também se adapta com o tempo, à medida que a barba cresce por exemplo. Segundo a empresa, não é possível burlá-lo com fotos e nem com máscaras 3D criadas. Todos os dados armazenados ficam na Secure Enclave, tal como ocorre com as impressões digitais do Touch ID. Todo o processamento é feito local, ou seja, nada seu é enviado para os servidores da Apple.

O Face ID também funciona com o Apple Pay, basta dar um duplo-clique no botão lateral, olhar para o iPhone X e realizar o pagamento. Apps de terceiros também poderão se integrar ao Face ID, tal como fazem hoje com o Touch ID.

Aproveitando ainda mais os recursos de reconhecimento facial a Apple criando os Animojis: você os controla com o seu próprio rosto, movimentando-os em detalhes. A criação é feita pelo app Mensagens, já que o intuito é enviar mensagens para seus amigos/familiares. Há dúzias de Animojis para que usuários se expressem de formas criativas em mensagens.


As câmeras do iPhone X são parecidas com as do iPhone 8 Plus, com a teleobjetiva passando de f/2.8 para f/2.4 (melhor para ambientes com pouca luminosidade). Ambas as câmeras possuem estabilização óptica agora, o que é ótimo! Já o flash True Tone agora é Quad-LED, com 2x mais luz uniforme. Ele suporta o novo modo Portrait Lighting, vídeos 4K a 60 quadros por segundo e otimização para aplicações de realidade aumentada. Já na câmera frontal há uma TrueDepth com suporte ao Modo Retrato e também ao modo Portrait Lighting, tornando possível tirar fotos incríveis.


A bateria do iPhone X agora conta com 2 horas a mais de uso que no iPhone 7. O iPhone X tem todas as tecnologias wireless apresentadas no 8, incluindo recarga sem fio com o padrão Qi. 


O iPhone X será lançado em versões de 64GB e 256GB, começando em US$1.000. A pré-venda se iniciará em 27 de outubro, chegando ao mercado no dia 3 de novembro. Os iPhones SE, 6s e 7 continuam na linha com preços menores.

Evento Especial: Apple Watch Series 3 e Apple TV 4K

Depois de Angela ArTim Cook retornou ao palco e começou sua apresentação que o Apple Watch é hoje, o relógio mais vendido do mundo, superando marcas de renome como Rolex, Tissot e Swatch. Além disso, a satisfação dos usuários é de 97%. 

Para apresentar as novidades do novo Watch, Cook convidou ao palc Jeff Williams, que começou pelo watchOS 4, mostrando algumas novidades no sistema, como já comentando na WWDC, informando que o relógio da maçã é o medidor cardíaco mais usado no mundo, agora ele notificará o usuário sempre que seu coração apresentar uma taxa anormal (excelente para pacientes com arritmia cardíaca, por exemplo). Williams anunciou a iniciativa Apple Heart Study, que analisará dados capturados pelo Watch, em parceria com a Stanford Medicine. O watchOS 4, será liberado para todos os usuários no dia 19 de setembro.


Na sequencia a apresentação do Apple Watch Series 3, com suporte a redes celulares embutido. Agora é possível deixar seu iPhone em casa e fazer tudo só com o Watch, inclusive ligações e mensagens , o número da pessoa é o mesmo do iPhone, mapas, Siri, Apple Music e mensagens.

O Watch Series 3 conta com um processador 70% mais rápido, permitindo inclusive a Siri falar pela primeira vez no relógio, novos rádios inclusos no chip W2, mais rápido e eficiente no uso de energia. O design apesar de igual os anteriores traz idéias importantes, como a própria tela, que atua como suas antenas de celular e o SIM utilizado é do tipo interno e não-removível; isso permite que o Series 3 tenha quase exatamente o mesmo tamanho do seu antecessor, a única diferença é na traseira de vidro, que se estende 0,25mm, pouco mais que o modelo anterior.


Junto dele chegam também novas pulseiras. O Apple Watch Edition, de cerâmica, também receberá todas as novidades do Series 3 e ainda será oferecido numa nova versão em cinza escuro.


O Apple Watch Series 3 será oferecido numa versão sem redes celulares — todos os modelos mantêm a bateria de um dia inteiro, seja com o rádio ou não. A versão com celular começa em US$400, enquanto o modelo sem, parte de US$330; nove países receberão o novo dispositivo a partir do dia 22 de setembro. Por sua vez, o Apple Watch Series 2 deixa de ser vendido, mas o Series 1 continuar lá, a partir de US$250.

Apple TV 4K

A Apple ainda uso a keynote dessa semana para lançar uma nova Apple TV. Tim Cook comentou sobre a história dos avanços da TV até chegar ao 4K. e anunciando assim a nova Apple TV 4K, e para detalha-la Eddy Cue subiu ao palco.


A nova Apple TV traz dois grandes avanços em qualidade de imagem, resolução 4K, ou seja, 4x o número de pixels em relação à Full HD 1080p, o outro avanço é HDR. Cue comparou imagens com e sem HDR, mostrando a qualidade de pixels e a profundidade de cor. Como no Steve Jobs Theater há um projetor de última geração, o público foi capaz de visualizar as capacidades da nova Apple TV em toda a sua glória.

Os screensavers do tvOS foram todos remasterizados para a nova Apple TV, assim como a interface do sistema que foi toda reconstruída para 4K, mais colorida e mais nítida.


A nova set-top box da Maçã entrará em pré-venda em 15/9 e chegará às lojas no dia 22/9, por US$180 (para 32GB) e US$200 (para 64GB). O modelo de quarta geração com 32GB continua à venda por US$150.

Evento Especial: Steve Jobs Theater

Como acredito que muitos de vocês já saibam e já foi comentado aqui, essa semana a Apple realizou mais um Evento Especial, e claro para mostrar ao mundo principalmente o novo iPhone, mas calma, vamos falar dele algum post mais adiante, seguiremos a ordem em que as coisas foram acontecendo começando por este post.

Além da apresentação de novos produtos, este evento serviu para Apple inaugurar parte do Apple Park, mais especificamente o Steve Jobs Theater e o Apple Visitor Center. O evento começou com uma narração de Steve Jobs falando sobre a criação de coisas com amor, carinho e cuidado: “Se nós nos mantivermos como nós, isso é o que fará da Apple a Apple”.

Na sequencia Tim Cook subiu ao palco e afirmou estar honrado por dar as boas-vindas a todos ao Steve Jobs Theater. “Levou um tempo, mas agora podemos lembrar dele com alegria em vez de tristeza. […] O DNA de Jobs estará para sempre na Apple. […] Dedicamos o auditório a Steve pelo nosso amor a ele e pelo quanto ele gostava de dias como hoje.” 


O Centro de Visitantes do Apple Park será aberto ainda este ano. Lá haverá uma experiência envolvendo realidade aumentada para todos conhecerem o campus, além de uma Apple Store e uma cafeteria. Angela Ahrendts, chefona das lojas da Apple, explicou um pouco sobre a nova visão da Maçã para o varejo.

Conforme apresentado por ela, agora a Apple chama as suas lojas de “Town Squares”, que reúnem milhões de pessoas em todo o mundo, o grande diferencial da Apple é a sua alma, que está em todos os que trabalham nela. A Apple vê suas lojas como os seus maiores produtos, incluindo designs e espaços pensados para o conforto de todos os que querem visitá-las.

Ela citou a iniciativa “Today at Apple”, já rolando nas quase 500 lojas espalhadas pelo mundo todo, e os vários workshops, os labs, as andadas fotográficas realizadas gratuitamente com consumidores e o Swift Playgrounds, para crianças e adolescentes aprenderem a programar apps desde cedo.


A Apple continuará investindo em novas lojas, reformas e também nas suas lojas online. A loja da Quinta Avenida em Nova York, por exemplo, terá uma iluminação natural e o retorno do cubo de vidro. Além dela, a empresa está construindo lindas lojas em Paris, Milão, Washington, Chicago.

via MacMagazine

WWDC 2017: HomePod

E por mais uma vez rolou o famoso “one more thing” , usado para apresentar a 6ª e ultima novidade dessa WWDC, a Apple apresentou seu alto-falante inteligente, focando em sua habilidade de tocar música e revolucionar a experiência de desfrutar das suas canções favoritas em casa. Por isso, o seu nome evoca o produto musical mais famoso da história da Apple. Senhoras e senhores, este é o HomePod.


O cilindro arredondado, bem ao design do Mac Pro, é quase totalmente revestido por tecido e apresenta 7 tweeters na sua parte inferior, que distribuem o som num ângulo de 360º, além de um subwoofer na parte central. A ideia da Apple é reproduzir músicas com altíssima qualidade e sem distorções, para uma experiência que não deve em nada às maiores e mais renomadas fabricantes de áudio do mundo.

Internamente vem com um chip A8, similar ao dos iPhones 6 e 6 Plus, responsável por lidar com todas as tarefas do HomePod. O alto-falante tem a capacidade de detectar a configuração do espaço onde está posicionado, bem como sua posição em relação às paredes, para calibrar o som da melhor forma possível.



Ele consegue simular um sistema estéreo direcionando as frequências dos diferentes instrumentos da música para cada parte do cômodo, fazendo com que os usuários sintam-se no meio de um concerto ao vivo. Dois HomePods podem ser configurados para trabalharem juntos.

Seis microfones multidirecionais no HomePod servem para que você se comunique com a Siri de qualquer ponto do cômodo em que esteja. A principal função da assistente digital, aqui, é ser uma “musicologista”, você pode ativá-la com um comando “Hey, Siri”. A partir daí, uma série de perguntas e comandos podem ser feitas a ela, sejam eles relacionados a música ou não, é possível configurar cronômetros, ouvir notícias e mensagens, perguntar questões gerais, ouvir podcasts, cadastrar lembretes e converter unidades, por exemplo. O HomePod também se conecta com o HomeKit, permitindo que o usuário controle os dispositivos de sua casa conectada diretamente por ele.


O HomePod, que vem em duas cores, branco ou cinza espacial, custará US$349 e estará disponível em dezembro nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália. Outros países receberão o alto-falante em seguida.

via MacMagazine

WWDC 2017: iPad Pro de 10,5 polegadas

O executivo Greg Joswiak foi o responsável por subir ao palco para falar um pouco mais sobre o novo iPad Pro, com uma tela de 10,5 polegadas, 20% maior. As bordas foram reduzidas em quase 40%, e ele continua pesando a mesma coisa do “antigo” modelo Pro de 9,7″.


Segundo a Apple, 10,5" é o tamanho perfeito para um teclado virtual em tamanho completo e também para um Smart Keyboard. Mais de 30 línguas serão suportadas pelo acessório, incluindo chinês e japonês. Ambos os tamanhos de iPads Pro ganharam novas telas True Tone copm brilho de até 600 nits, suporte a ampla gama de cores, baixo reflexo e vídeos HDR.


As telas atuais atualizam a 60Hz (60 vezes por segundo), nos novos iPads Pro serão 120Hz. O movimento de conteúdos na tela passa a ser muito mais suave/natural, mas só pessoalmente para perceber isso. O ProMotion também reduz a latência do Apple Pencil para 20ms. Essas telas também são capazes de mudar as suas taxas de atualização dinamicamente, indo de 24Hz até os 120Hz, o que economiza bateria quando não for necessário atualizar tão rapidamente.

Os iPads incorporam o chip A10X Fusion, de 6 núcleos, uma GPU de 12 núcleos com 40% mais poder gráfico e uma CPU com 30% mais performance.

Os iPads Pro agora começam com 64GB de memória, custam a partir de US$649 (10,5″) e US$799 (12,9″); há ainda modelos com 256GB e 512GB. Todos estão à venda nos EUA.


iOS 11 para iPads

Junto aos iPads a Apple apresentou ainda mais novidades no iOS 11 focadas exatamente no tablet da Maçã. O Dock está mais poderoso, com muito mais espaço para apps e uma área inteligente à direita. Ele pode ser deslizado de baixo da tela a partir de qualquer app e, do próprio Dock, você arrasta e solta apps para o modo Slide Over e depois e pode expandi-lo para a Split View. A interface de troca de apps também agora está mais otimizada para a tela e o sistema todo suporta arrastar e soltar (drag & drop) com multi-touch.


O QuickType também foi aprimorado com seleção inteligente de símbolos no teclado (basta deslizar uma tecla para baixo para inserir um determinado número/símbolo), sem ter que trocar todo o modo do teclado virtual.

Um novo app Arquivos (Files) foi confirmado. Nele, você pode facilmente gerenciar arquivos e conteúdos por todo o seu iPad. Há visões de grade e lista, com detalhes, filtros, classificação, pastas, etc. Há uma coluna lateral de itens favoritos e é bem fácil arrastar arquivos entre as várias áreas do app.

WWDC 2015: Apple Music

Para encerrar a WWDC 2015 Tim Cook usou a famosa frase de Steve Jobs "One more thing" para apresentar ao mundo o Apple Music. Que começou ser apresentando por Jimmy Iovine (executivo internalizado com a compra da Beats, no ano passado).


O Apple Music vai além das capacidades em teste pela empresa no aplicativo para o iOS 8.4, em fase beta, para fornecer streaming ilimitado, rádio, descoberta de músicas e conexão com artistas, tudo em um único lugar.

São milhões de músicas disponíveis para serem ouvidas livremente, via streaming ou offline. A Beats fará parte do serviço fazendo uma ponte entre a Apple e artistas para uma seção chamada Connect, dedicada a reunir conteúdo interativo sobre bandas e compositores.


Na demonstração, a Apple exibiu detalhes de como o serviço permite personalização de acordo com o gosto musical do usuário. A seção “Para Você” (For You) será dedicada exclusivamente para isso.

Também foi anunciado uma rádio 24/7, que oferecerá espaço para músicos trabalharem em uma transmissão ininterrupta através da internet. O serviço também suportará a exibição de videoclipes, sem anúncios.

O Apple Music também tira proveito dos recursos de inteligência do iOS 9. Via Siri, usuários podem pedir para que o serviço reproduza qualquer música no catálogo, com base em estilo, ano de publicação, artistas e muito mais.


O novo ecossistema musical da Apple chegará ao mercado no dia 30 de junho, em mais de 100 países, inicialmente via iTunes para Macs e PCs e através do iOS 8.4, para iPads e iPhones/iPods touch. A Apple também dará em breve suporte à Apple TV e ao Android com um aplicativo exclusivo na Google Play Store, a ser lançado até o final de 2015.

WWDC 2015: Swift 2, Apple Pay, watchOS

Ainda sobre a WWDC 2015, outras novidades foram apresentadas, como como sua linguagem de programação Swift, que chega em sua versão 2 com uma grande mudança: ela será totalmente open source, ou seja, terá todo seu código aberto.


Apple Pay

Além da Swift 2, o que marcou também essa WWDC, foi pela primeira vez a presença de uma mulher no palco, quem teve essa honra foi Jennifer Bailey (vice-presidente de serviços para internet e do Apple Pay), nem preciso comentar qual era o assunto. Jennifer começou falando do sucesso do Apple Pay e de novas parcerias com instituições financeiras.


O que mais chamou atenção foi o anúncio que em julho o sistema de pagamentos móvel chegará ao Reino Unido! Vários bancos e varejistas que já estão comprometidas com o Apple Pay no país. 


Agora o Apple Pay também permitirá a adição de cartões de lojas, para que usuários acumulem pontos/milhas/recompensas mesmo quando usarem o Apple Pay. Com isso o App Passbook morre e entra no lugar o Wallet.


watchOS

Voltando aos sistemas operacionais a Apple unificou a data de apresentação de seus sistemas e anunciou o watchOS, sistema operacional de seus relógios, isso com 6 semanas do gadget no mercado.


Entre as principais novidades estão funções novas para faces, comunicações, exercícios, Apple Pay, Mapas e Siri. Apple também pensou numa nova interface para o Watch enquanto está ligado à energia. Ele pode ser posicionado na horizontal e a interface é adaptada para um relógio noturno, permitindo que a Coroa Digital e o botão lateral sejam funções de despertador.


O watchOS 2 está liberado em versão beta para desenvolvedores e chegará para todos no outono do Hemisfério Norte.


Samsung anuncia o novo Galaxy S4

Semaninha bem agitada no mundo da tecnologia, ontem a noite (14/03) foi a fez da Samsung apresentar ao mundo seu mais novo Smartphone, o Samsung Galaxy S4, aparelho top de linha da sul-koreana e principal concorrente do iPhone. O evento foi realizado no Radio City Music Hall em Nova Iorque. A keynote também contou com uma transmissão pública que chegou a 462 mil telespectadores simultâneos no YouTube.


Vários dos rumores que pipocavam pela internet no ultimos dias foram confirmados, com um design não muito diferente do Galaxy S3. No entanto, o Galaxy S4 está um pouco mais fino e destaca-se pela inclusão de novos recursos e sensores, sendo esses um dos principais atrativos junto das novidades incorporadas ao software.

O Galaxy S4 pesa 130 gramas e tem apenas 7,9 mm de espessura. Em termos de especificações, ele virá em duas cores no preto e branco. Ao meu ver um dos grandes diferenciais e que pode ajudar muito nas vendas é incluir conexões 4G LTE e HSPA, tela de 5 polegadas Super AMOLED HD com 441ppi de densidade, Android 4.2.2 Jelly Bean e um processador Octa Core Exynos 5 de 1,7 Ghz, bateria de 2600mAh, uma câmera traseira de 13mp, 2mp na frontal, IR blaster (infra-vermelho) e 8 novos sensores, incluindo temperatura, umidade, eye tracking e air gesture que permite controlar o S4 sem precisar tocar na tela.

Galaxy SIII a esquerda e S4 a direita

A expectativa é que o Galaxy S4 chegue ao Brasil no dia 26 de abril, custando R$ 2.399 na versão 3G ou R$ 2.499 com conectividade 4G.

Vídeo da apresentação do evento Especial da Apple está disponível

Como já é de costume nas keynotes da Apple, pouco tempo depois do término do evento a empresa da maçã disponibilizou o vídeo dele na íntegra em seu site. No evento de ontem (12/09), o CEO Tim Cook e sua equipe apresentam o iPhone 5, iOS 6, iTunes, iPod touch e iPod nano.


O streaming requer Safari 4 no Mac OS X Snow Leopard, iGadgets com iOS 3 ou PCs (Windows) com o QuickTime 7 instalado.

Além dos site, o vídeo está disponível para download no iTunes, através do podcast Apple Keynotes. [SD, HD e Full HD].


Se você não entende inglês ou não tem tempo de assistir o vídeo, iremos fazer um compilação de tudo que rolou e postar nos próximos posts, fiquem ligados.

Os sete pecados capitais do Powerpoint

Todos nós sabemos como é muito prático e confortável para o palestrante ou professor utilizar-se de recursos audiovisuais em suas apresentações, montando slides no Power Point ou qualquer programa do gênero, mas isso também pode colocar o sucesso de sua apresentação a perder, caso esses slides não sejam bem elaborados. Segue abaixo os 7 pecados do Powerpoint.

Antes de preparar sua próxima apresentação, use a lista de pecados a seguir como uma checklist dos principais pontos que devem ser evitados:

1. Começar se desculpando: “Ficou pronto agora”, “não tive tempo suficiente para me preparar”, “minha voz pode falhar”, “estou substituindo quem realmente entende do assunto”, “não sei usar direito este equipamento” – é possível que seja tudo verdade, mas se você não disser, talvez boa parte do público nem note. Só que quando você diz, você garante que as pessoas prestarão atenção a estas deficiências (ainda que mínimas), quando deveriam estar atentas à sua mensagem. Tenha fé em si mesmo, e deixe sua mensagem ser o centro das atenções. (mais em http://miud.in/2Nc)
Quem ainda aguenta?

2. Transições, efeitos sonoros, cliparts e modelos padrão – quem aguenta aqueles bonequinhos de palitos, imagens de troféus para representar as metas, e outros grafismos e conjuntos de cores, layouts e estruturas visuais que vêm com a ferramenta e são usados desde o tempo do guaraná de rolha? Imagens representativas são ferramentas poderosas, mas pesquise algumas melhores, ou recorra a quem possa lhe ajudar com isso! As transições, mesmo quando não são “as mesmas de sempre”, ainda têm o ponto negativo de atrair a atenção do público para longe de você bem no momento em que eles deveriam estar olhando você apresentar a nova idéia que o levou a mudar de slide. (mais em http://miud.in/2Ns)

3. Excesso de texto: Slide não é apostila, nem enciclopédia, nem guia para o apresentador. Use o visual da sua apresentação para ilustrar, dar uma visão de conjunto e complementar, não como uma base de texto para o público ler enquanto você fala a mesma coisa. Uma boa regra para garantir que o slide não vire apostila é obrigar-se a usar só fontes grandes (tamanho 30, e não tamanho 12…) (mais em http://miud.in/2Ni)
Estou sendo claro?

4. “Vocês estão conseguindo ler?”: Esta frase deveria ser proibida. Se você tem dúvida, não deveria ter construído o slide assim. E o pior: isso costuma acontecer em slides com dados importantes, scanneados ou colados de outros documentos feitos para serem lidos sobre a mesa. Se você tem uma massa de dados que é importante o suficiente para estar na sua apresentação, não basta copiá-la, é necessário torná-la legível e compreensível na forma de slides, mesmo que seja necessário transpor, exibir graficamente, quebrar em vários slides, ou selecionar apenas a parte essencial. (mais em http://miud.in/2Nf)

5. Depender da ferramenta: se a apresentação for importante para você, você é o maior interessado em garantir que tudo irá bem. Leve consigo cópias extras dos arquivos necessários, sem jamais depender apenas de uma mídia – o drive de CD pode não estar funcionando, o pen drive pode não ser reconhecido, o projetor pode ser incompatível com seu notebook. Teste tudo antes, porque na hora da verdade tudo fica muito mais difícil. E saiba o que irá fazer caso a tecnologia falhe epicamente por razões fora do seu controle – idealmente você estará familiarizado com seu conteúdo e poderá ao menos fazer uma breve exposição de 10 minutos sobre os pontos principais, mesmo que o projetor e o notebook tenham queimado simultaneamente, como já vi acontecer. (mais em http://miud.in/2Nl)
Esta apresentação durou bem mais do que o necessário

6. Usar tempo demais: bons comunicadores conseguem adequar qualquer tema a qualquer quantidade de tempo disponível – sejam 5 minutos ou 5 horas, e merecem nossa admiração por isso. Mas nem todos somos bons comunicadores, e erramos quando tentamos fazer nossas apresentações preencherem o tempo que estiver disponível. Mesmo na sala de aula, a apresentação é uma técnica para transmitir uma mensagem, e não para preencher um determinado tempo. Saiba qual a sua mensagem, e faça com que a apresentação dure apenas o necessário – não a encha de introduções, históricos, complementos e anexos. O tempo do seu público é valioso, e a capacidade de manter a atenção focalizada em você é sempre limitada. Se você desperdiçá-la com longas introduções, vai sentir falta dela quando chegar ao filé mignom de sua mensagem. (mais em http://miud.in/2No)

7. LER: coloquei o verbo em maiúsculas, porque ler é mesmo um dos maiores pecados, mesmo sendo uma palavra tão curta. O apresentador não deve ler nada – nem os slides, nem anotações, nem um trecho da apostila. O público sabe ler, e consegue ver o seu slide. Fale com eles, ouça-os, e saiba o que dizer, na sequência certa, e com todos os pontos principais. Se houver algum aspecto textual da sua apresentação que não é importante o suficiente para ser aprendido e memorizado por você, provavelmente ele não é importante o suficiente para estar nela, também.